sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013

Não sabeis que vosso corpo é templo do Espírito Santo?

Tente responder: Qual o sentido da sua vida?

Dificil né? Mas não duvido, para alguns é fácil responder essa pergunta. Pra mim, no entanto, está começando a não ser mais dificil, porque há alguns meses atrás, era bastante complicado. Deus simplificou!

E que tal essa: Qual o sentido do seu espírito?

Complicou um pouco mais? Normal, até eu tenho medo de responder essa. Espírito, para alguns é apenas alma - entendimento - mas para outros - como pra mim - é mais que isso, muito mais que a própria vida. Encontrar sentido para a vida e sentido para o espirito é basicamente descrever caminhos diferentes para cada um, mas entrelaçá-los de uma forma como se não soubéssemos onde começa o caminho de um e o do outro. O espírito é para a vida, e a vida para o espírito, assim pensei.

Porém pra te deixar um pouco mais incomodado e menos acomodado, quero lhe informar que nem seu corpo lhe pertence, o que você achava que tinha de mais precioso, seu espírito, também seu não o é.

"Ou não sabeis que o vosso corpo é o templo do Espírito Santo, que habita em vós, proveniente de Deus, e que não sois de vós mesmos?" (1 Coríntios 6:19)

Sinceramente, depois de aprender o que aprendi com Deus nestes últimos meses, acho graça dos que se consideram donos de si, e muito mais daqueles que se orgulham do que são, do que esbanjam em mostrar ao mundo, suas habilidades e convicções. Mal sabem que o que são não é para orgulho, mas sim, acredite, para a vergonha.

O que é o espírito, comparado à carne? O que é o invisível e tocante, comparado ao visível e enganoso? Encarar o que vou falar não será fácil, antes, incômodo, porém libertador. Quero explicar que categoricamente não somos dignos de muita coisa, e pra mim, muita coisa é ter o Espírito Santo de Deus habitando sobre a indignidade da minha carne. Meu próprio espirito, minha alma, minhas convicções, meu poder de interferir no mundo, não se compara a importância do lugar ocupado pela incorruptibilidade desse hóspede, chamado Espírito Santo. Como podemos ver sentido nisso? Para ilustrar, imagine a Rainha Elisabeth da Inglaterra, procurando um barraco na mais suja e violenta favela, dizendo ser ali o local mais apropriado para morar, pois ela diz conhecer o dono do barraco que passa algumas dificuldades, e diz que apenas morando ali ela poderá ajudá-lo a melhorar de vida. Pode não fazer sentido, mas a mesma coisa acontece em nós. Deus diz, categoricamente, que é em você e em mim que Seu Espírito sonha e deseja morar, pois não há outro lugar melhor.

Porém, hóspedes normais, entram e saem quando bem entendem, nosso hóspede em questão é educadíssimo para fazer tal coisa. Ele vem prontamente, apenas se o convidarmos para entrar. E o que descobri, vivenciando a fé e lendo as escrituras é que, quando convidamos o Espírito Santo de Deus para habitar em nós, devemos ter em mente três observâncias:

1# A santidade extrema de Deus deve nos constranger e expor nossa vergonha, para reconhecimento visceral e íntimo da nossa pouca capacidade. Por que cada ser humano dessa terra, não pode bater no peito e dizer "sou um perfeito exemplo de homem ou mulher justo(a)", não somos justos muitas vezes com nossa família, ou pior, com nós mesmos, como poderemos estar indiferentes diante da presença do Espirito Justo de Deus? Como podemos continuar da mesma forma? E Deus pede que concertemos isto, que atentemos à isto, por que se assim entendermos, Deus não nos rejeitará, ao contrário, estará em nós. Por isso está escrito:

"Os sacrifícios para Deus são o espírito quebrantado; a um coração compungido e contrito não desprezarás, ó Deus." (Salmos 51:17)

Este Espírito já te admira e sonha contigo desde o ventre da tua mãe, e espera agora pelo teu entendimento, pela tua liberdade em convidá-lo a entrar em sua vida, em seu coração. Reconheça a devida importância da vontade deste hóspede valoroso, que não quer passar apenas uma temporada, mas comprar o terreno.

2# Ah! Se percebêssemos como somos pequenos e miseráveis, não faríamos pouco caso da autenticidade e soberania de Deus sobre a vida humana. Enquanto oro, sinto que meu corpo não passa de um canal, um meio, uma mídia para que meu espírito perceba, receba e entenda a mensagem do Espírito Santo. E como consequência, sou uma mídia muito pequena, para tão grande notícia. É quando me tranco em meu quarto e me prostro pra Deus, que me sinto verdadeiramente em pé, sinto meu cálice transbordando, o cálice que merecia estar vazio por conta do pecado, mas que agora, transborda de Amor, de Misericórdia. É como se eu fosse um outdoor, estampado em mim FILHO EU TE AMO, em letras tão grandes que ultrapassam as bordas. Ou como se fosse um pequeno e simples vaso de barro, contendo uma joia preciosíssima, onde nem mesmo o espelho consegue revelar, mas apenas aquele que pôs a joia, sabe o valor que existe ali. É assim que eu me sinto, quando percebo que o Espirito Santo habita em mim. Meu corpo é pequeno para tão grande honra, mas Ele habita em mim! Sou terrivelmente limitado, mas Ele habita em mim! Não tenho nada puro ou limpo o suficiente, mas Ele habita em mim! Pois quando Ele chegou, comprou o terreno, e o que havia antes, foi jogado fora!

"Porque o amor de Cristo nos constrange, julgando nós assim: que, se um morreu por todos, logo todos morreram. E ele morreu por todos, para que os que vivem não vivam mais para si, mas para aquele que por eles morreu e ressuscitou (...). Assim que, se alguém está em Cristo, nova criatura é; as coisas velhas já passaram; eis que tudo se fez novo." (2 Coríntios 5:14-15, 17)

3# QUEBRE-SE, DERRAME-SE, CHORE! Exponha a Ele seus problemas, dores, erros e angustias mais profundas, Deus houve o grito do seu fraco coração, assim diz uma linda canção de Thalles Roberto. Se você soubesse o quanto Deus ama a sinceridade, e isto está escrito para que todos nós saibamos:

"Mas vem a hora, e agora é, em que os verdadeiros adoradores adorarão o Pai em espírito e em verdade; porque são estes que o Pai procura para seus adoradores. Deus é espírito; e importa que os seus adoradores o adorem em espírito e em verdade." (João 4: 23-24)

"Nada há encoberto que não venha a ser revelado; e oculto que não venha a ser conhecido." (Lucas 12: 2)

E Tudo o que você precisar saber é que tudo muda, quando abrimos sem restrições a nossa casa, o nosso barraco, para a habitação do Espirito transformador de Deus. Jesus rasgou o véu que cobria nossa comunhão, temos acesso livre à redenção pela Graça e Misericórdia de Deus. Meu irmão e minha irmã, não perca mais tempo, corra agora para os braços do Pai, para a presença do Espirito Santo de Deus.

Que Ele te abençoe e revele-se à ti.
Paz em Cristo!

terça-feira, 19 de fevereiro de 2013

O Verdadeiro Tesouro da Igreja - texto de Maurício Zágari



Compartilho abaixo, o texto de Maurício Zágari


Você sabe quem foram Bacio Pontelli, Giovannino de Dolci, Perugino, Ghirlandaio, Rosselli, Signorelli, Pinturicchio, Piero di Cosimo, Bartolomeo della Gatta, Rafael, Michelangelo Buonarroti e Sisto IV? Não? Então aguarde um pouquinho que já vai saber. Mas antes vamos falar um pouco sobre tesouros.

Com a renúncia do papa Bento 16, li diferentes reportagens que falam sobre o local onde ocorre a eleição do líder católico: a Capela Sistina (foto ao lado). Em muitas dessas matérias de jornais o texto referiu-se a essa Capela como um “tesouro da Igreja”. Lembro bem das duas vezes em que tive a oportunidade de visitar a Capela Sistina, uma maravilha da arte sacra, um monumento da História da Igreja. Uma obra belíssima do bom gosto humano. Fica no Palácio Apostólico, residência oficial do papa, na Cidade do Vaticano. Seus afrescos (técnica de pintura em paredes) têm beleza e valor incalculáveis.

No entanto, falando espiritualmente, sempre que penso na Capela Sistina a imagem que vem a minha mente nunca são pessoas ajoelhadas em contrição, vidas em arrependimento sincero por seus pecados, a pregação genuína da Palavra de Deus, gente sendo discipulada, adoração de filhos ao Pai celestial. O que me lembro das duas ocasiões é uma multidão de turistas se espremendo, sentando no chão daquele santuário, uma balbúrdia incontrolável, desrespeito por um lugar sagrado, indivíduos desobedecendo todas as normas do lugar e guardas de segurança berrando em inglês “No photos!” (“Sem fotos!”) o tempo inteiro, sendo solenemente ignorados pelos turistas.

Enfim, naquele local, feito para prestar culto a Deus, o que há hoje é um coquetel alucinado de desobediência, desrespeito, desordem e indecência – e não vi ninguém entrar por aquelas portas mencionando o nome de Jesus: tudo é uma grande ode à arte das paredes e do teto. A Capela Sistina é considerada um tesouro artístico da humanidade. E é. Mas isso me faz pensar. Pois ali hoje não há nada que me lembre Cristo, que aproxime dele as hordas que se atropelam no local. Em resumo, é um tesouro de valor incalculável mas espiritualmente inútil.

Não é segredo para nenhum de nós que vivemos na época da Teologia da Prosperidade que os males provocados por essa heresia e as igrejas que a adotaram acabaram com a imagem da Igreja evangélica como um todo diante da sociedade. Mas esqueçamos a Teologia da Prosperidade e seus seguidores por alguns momentos. Pensemos nas igrejas sérias. Nas que de fato têm lideranças honestas diante do Senhor, onde se busca discipular bem os membros e glorificar a Deus, onde se pensa mais na eternidade do que na vida terrena. Será que é possível ultrapassar até mesmo inconscientemente os limites do uso do dinheiro nessas congregações piedosas, corretas e de fato cristãs?

Sim, é.

Não é pecado os responsáveis por uma igreja se preocuparem com sua estrutura e manutenção financeira. Na verdade, se não tratarem dessa questão com muito zelo estarão sendo negligentes com a obra de Deus. É preciso sobriedade e diligência na gestão econômica de uma igreja. Mas o maior erro que cometem, muitas vezes sem maldade e sem perceber que é um erro, é pôr o dinheiro acima de pessoas. E como isso pode acontecer?

Crendo ou agindo como se o tesouro de uma igreja fosse dinheiro ou qualquer coisa relacionada a ele em vez de Deus e de indivíduos. Fazendo mal a pessoas por causa de dinheiro. Pondo em qualquer instância dinheiro acima de seres humanos.

Ouvi algumas vezes de irmãos que se dedicam amorosamente à administração monetária eclesiástica a expressão “erário da igreja”, referindo-se ao dinheiro que seus membros entregaram aos líderes na forma de ofertas e dízimos. Pelo dicionário, “erário” é, literalmente, “Conjunto dos recursos econômicos e financeiros de uma entidade ou de um Estado. = TESOURO“. Nesse sentido, é correto dizer que “erário” são os números que aparecem no extrato bancário de uma igreja. Mas chama a minha atenção a apresentação e definição de “erário” também como “tesouro”, pois imediatamente vêm à minha mente Mateus 6.21 e Lucas 12.34, passagens que mostram a afirmação de Jesus no Sermão do Monte: “Onde está o teu tesouro, aí estará também o teu coração”. E onde deve estar o coração de uma igreja?

Mateus 22.36-40 registra o diálogo entre Jesus e um fariseu: “Mestre, qual é o grande mandamento na Lei. Respondeu-lhe Jesus: Amarás o Senhor, teu Deus, de todo o teu coração, de toda a tua alma e de todo o teu entendimento. Este é o grande e primeiro mandamento. O segundo, semelhante a este, é: Amarás o teu próximo como a ti mesmo. Destes dois mandamentos dependem toda a Lei e os Profetas.”

Eis a resposta. O tesouro de uma igreja, o erário de uma Igreja, não é dinheiro: são Deus e as pessoas. A mais bela, imponente, rica e suntuosa igreja já construída não vale um centavo aos olhos de Deus se posto em comparação com o mais humilde e desconhecido dos indivíduos. As magníficas pinturas da Capela Sistina têm zero de influência sobre o destino eterno de almas humanas. E, por esse prisma, ela vale menos do que qualquer igrejinha humilde de pau-a-pique de beira de estrada onde se realize um culto para três pessoas.

Sou favorável a termos um local de culto, um templo, um santuário. Não junto minha voz à dos irmãos bem-intencionados que julgam que igrejas nos lares ou “comunidades” são a resposta bíblica, embora entenda suas razões. São meus irmãos em Cristo e compreendo sua repulsa pelos templos institucionais, mas não coaduno de sua visão, por entender que estão condenando algo que o Senhor não condena, oferecem soluções que não solucionam e geram um debate que não leva a lugar nenhum. Não quero entrar nesse mérito aqui, as razões que me levam a acreditar na Igreja organizada já foi exposta em diversos posts deste blog (por exemplo, Jesus nunca construiu templos).

A questão é que paredes não são a riqueza de uma igreja. Nem bancos. Vitrais. Ou o batistério. Os instrumentos musicais. A decoração do teto. A arquitetura. A decoração. A conta bancária. No dia em que o “erário” de uma igreja passa a ser dinheiro em detrimento das almas que entram por suas portas essa igreja faliu. Tornou-se um monumento vazio e triste. Na Segunda Guerra Mundial os bombardeios assolaram dezenas de igrejas e catedrais pela Europa, que viraram montes de escombros (veja foto à dir.). Todo o dinheiro investido ali virou pó. Basta um terremoto, uma enchente, uma praga de cupins e o “erário” vai por água abaixo.

Passo com frequência na porta de igrejas suntuosas, como, por exemplo, a belíssima Catedral Presbiteriana do Rio de Janeiro. Você sabe dizer quem idealizou sua construção? Eu não. Sabe quem foi seu arquiteto? Eu não. Sabe os nomes dos presbíteros do Conselho que aprovaram sua edificação? Eu não. Não sei nada de sua história. Mas conheço diversas pessoas que ali conheceram Cristo e desenvolveram sua fé. Pessoas que, junto com o Deus que ali é adorado, são o verdadeiro erário, o tesouro daquele local. Aquele lindo templo não é a realização de seus idealizadores e construtores: os seres humanos que passaram por suas portas e por sua história são.

Fico imaginando quando chegaram ao céu os príncipes, reis e sacerdotes da Europa que idealizaram e financiaram igrejas monumentais, banhadas a ouro, com vitrais e rosetas coloridas, órgãos de tubos magistrais e pés direitos de dezenas de metros; e Deus lhes perguntando: “O que você tem a apresentar?”. Ao que responderam: “Ergui igrejas e catedrais magníficas para ti, Senhor”. E, em meu exercício de imaginação, consigo pensar em Deus balançando a cabeça e dizendo: “Não, meu filho, você não entendeu a pergunta. Quero saber quantos seres humanos você amou de modo desinteressadado. Quantas vidas você abençoou. Quantas almas edificou. Qual o nome de cada indivíduo que entrou pelas portas dessas igrejas, o que você fez para sanar suas dores, para dar paz a seus corações. A quantos estendeu perdão real. Quem preferiu em honra. Exerceu justiça com todos? Pois foi esse o erário que entreguei em suas mãos para que você cuidasse”.

É com isso, acima de tudo, que devemos nos preocupar. Grandes monumentos eclesiásticos serão  omidos pela traça e a ferrugem. Virá um bombardeio, um terremoto, extremistas islâmicos ou uma enchente e as maiores catedrais valerão algo somente para algum ferro-velho. A magnífica Catedral de Córdoba, na Espanha, erguida para Jesus, virou uma mesquita para adoração de Alá após a conquista do país pelos mouros no ano 711. Se aquilo fosse o erário da igreja espanhola ela estaria sem nada para apresentar a Deus no dia da grande prestação de contas. No local do Templo de Jerusalém existe atualmente uma mesquita e só sobrou um muro onde judeus lamentam sua assolação, um erário de interesse meramente histórico para a Nova Aliança. No subsolo da famosíssima Catedral de Milão hoje há apenas um amontoado de pedras do que foi sua primeira construção, considerada (como diz o folheto para turistas) “uma pérola arqueológica”. Como local espiritual de adoração a Jeová seu valor é zero. Mas, quando estive lá, aos meus pés havia um buraco insosso que outrora foi o ricamente adornado tanque batismal onde Ambrósio batizou um dos mais valiosos itens do erário celestial: Agostinho de Hipona, um dos maiores teólogos de todos os tempos, um homem que há 1.700 anos abençoa vidas com seus ensinamentos – e elas sim são o seu legado.

É natural que a preocupação de um pastor seja fazer a igreja que lidera congregar no melhor templo possível. É compreensível e penso que eu, se estivesse à frente de uma congregação, faria o mesmo. Nunca, porém, erigiria uma construção suntuosa, prefiro um espaço onde se consiga conhecer todos pelo nome e se pastorear bem as ovelhas, de perto. No dia em que houvesse superlotação abriria congregações. Não gastaria muito dinheiro na obra, para que sobrasse o suficiente que me permitisse abençoar vidas, enviar e sustentar pelo tempo necessário muitos missionários, ajudar os necessitados, construir talvez uma pequena escola, editar livros que viessem a edificar e consolar vidas. Enfim, administraria o “erário” não para que ele se tornasse uma Capela Sistina – belíssima mas inútil para o Reino de Deus -, mas que fosse investido para aproximar cada vez mais o verdadeiro erário de Deus do maior erário que um homem pode ter: Jesus de Nazaré.

Agora, respondendo à pergunta do início: Bacio Pontelli foi o arquiteto que projetou a Capela Sistina, já tinha ouvido falar dele? Giovannino de Dolci foi quem supervisionou a obra, já tinha ouvido falar dele? Perugino, Ghirlandaio, Rosselli, Signorelli, Pinturicchio, Piero di Cosimo, Bartolomeo della Gatta, Rafael   Michelangelo Buonarroti são os artistas que embelezaram o local, já tinha ouvido falar de todos? Talvez de Rafael e Michelangelo, os mais famosos. E Sisto IV foi o papa católico que financiou a transformação da antiga Capela Magna na que veio a se chamar Sistina, em sua homenagem. Já tinha ouvido falar dele?

Nosso tesouro está no Céu, meu irmão, minha irmã. Enquanto estamos na terra, nosso tesouro são pessoas e Deus. Que nunca nos esqueçamos que aquilo que fazemos para os seres humanos e o nosso relacionamento com Deus são o nosso verdadeiro foco nesta vida. Pois é única e exclusivamente isso que nos fará sermos chamados “servos bons e fiéis”.

Paz a todos vocês que estão em Cristo,
Maurício

Fonte: http://apenas1.wordpress.com/

domingo, 17 de fevereiro de 2013

Recado de Paulo, para pregadores e mestres - 1 Coríntios 2: 4-5

"A minha palavra e a minha pregação não consistiram em linguagem persuasiva de sabedoria, mas em demonstração do Espírito e de poder, para que a vossa fé não se apoiasse em sabedoria humana, e sim no poder de Deus."

Sim, apenas com essas palavras resumimos o retrato de muitos púlpitos cristãos, do Brasil e do mundo.
Qual a conclusão sobre o que acabamos de ler?

1# Paulo reconheceu sua pequenez ao mostrar que mesmo sendo sábio e douto, sua inteligência não poderia ofuscar a supremacia e a pureza da palavra de Deus, a mensagem da Cruz de Cristo, que é eficaz por si só (Hebreus 4: 12: Porque a palavra de Deus é viva, e eficaz, e mais cortante do que qualquer espada de dois gumes, e penetra até ao ponto de dividir alma e espírito, juntas e medulas, e é apta para discernir os pensamentos e propósitos do coração).

2# Pelo poder da Palavra, Paulo testemunha que o homem recebe os seguintes dons:
    . Convencimento da verdade;
    . Transformação da vida (caráter);
    . Santificação (fome de Deus);
    . Libertação (convencimento do erro e mudança de práticas);
    . Justificação (consciência do perdão de seus pecados);
    . Manifestação do Poder de Deus (sinais físicos, espirituais ou pessoais);
    . e o principal de todos os dons: A Salvação (por meio da Graça e Misericórdia de Deus).

3# Apenas a palavra de Deus tem o Poder, tudo mais é excesso e indução emocional. Devemos ser apenas canais e instrumentos à serviço do Reino incorruptível de Deus. 
Aquele que É, o que É! Simplesmente assim!

Deus te abençoe, 
Paz!

Sofrimento na vida do Crente - 1 Pedro 4: 12-14

"Amados, não estranheis o fogo ardente que surge no meio de vós, destinado a provar-vos, como se alguma coisa extraordinária vos estivesse acontecendo; pelo contrário, alegrai-vos na medida em que sois co-participantes dos sofrimentos de Cristo, para que também, na revelação de sua glória, vos alegreis exultando. Se, pelo nome de Cristo, sois injuriados, bem-aventurados sois, porque sobre vós repousa o Espírito da glória e de Deus."

quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013

Renasci!

Aquietai-vos, e sabei que Eu Sou Deus!
Sl. 46.10

Achei que tinha recebido tudo o que precisava,
No Retiro El Shaddai.
Mas o tudo, foi apenas uma preparação... um aperitivo,
Em casa, o silêncio mostra as unhas...
O sol raiou, mas lágrimas rolam sem ser convidadas,
O quebrantamento começara, e o Espirito Santo me consola,
Aos poucos, ainda sem perceber...
Logo, ja estava completamente tomado por Ele, por Deus,
Em Espírito.
Em meu quarto.
Em meu chão.
Em meu coração.
Coração que ficou pequeno naquele momento,
O Espirito de Deus era maior, percebi ali,
Caído, mas erguido,
Pela intensa Presença,
Pela intensa Graça,
Pela intensa Misericórdia,
Intenso AMOR!

Muito Obrigado ao Filho, que pelo Espírito, soube que É Deus!

Abra você também, o seu pequeno coração, habitação do Pai.

quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013

Sergio Queiroz - O fim dos tempos (Escatologia) - Arrebatamento, Tribulação e Milênio


Abaixo segue o link para baixar o livro de J. Dwight Pentecost - Manual de Escatologia:
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terça-feira, 5 de fevereiro de 2013

Bispo Fulton Sheen - Vencendo a Indiferença

Quem acompanha meu blog, sabe que prezo pela mensagem genuína das Escrituras Sagradas, sem segmentar aqueles que falam. Se me tocam e se contribuem para o Reino de Deus, aqui estarão!
Eis um inspiradora mensagem deste representante católico, espero que lhe toque assim como me tocou.

Parte 1


Parte 2


Parte 3 - final